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Saiba como Sargento Lobo e ONG EBS transformam convivência em ativo econômico em Santo André

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Parceria com Associação Vila Sá cria modelo de economia social que reduz impactos do isolamento digital e gera valor para a comunidade e para o terceiro setor

O debate sobre produtividade e saúde mental chegou definitivamente ao terceiro setor como um tema de economia. Em Santo André, a ONG EBS, liderada pelo Sargento Lobo, estruturou um modelo de negócio social que tem chamado atenção pela eficiência e pela resposta a um problema econômico silencioso, o custo do individualismo gerado pelo uso excessivo de celular.

A operação funciona em parceria estratégica com a Associação Vila Sá e tem como público âncora a terceira idade, mas com atendimento de psicologia integrado para todas as idades. O que parece apenas uma ação de convivência, na prática, é um projeto de gestão de capital humano e de prevenção.

Dados do mercado mostram que transtornos psicossociais, como ansiedade e depressão, são hoje uma das principais causas de afastamento, perda de produtividade e sobrecarga do sistema de saúde. O modelo da EBS atua na origem, com foco em interação, socialização e fortalecimento de vínculos. A finalidade central, nas palavras da organização, é tirar as pessoas do individualismo promovido pelo ambiente digital e devolvê las à convivência real.

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O projeto apresenta três pilares que o tornam sustentável e replicável.

1. Economia do cuidado: Ao investir em qualidade de vida da terceira idade, a ONG reduz a demanda por intervenções mais caras no futuro e mantém essa população ativa, consumidora e socialmente integrada.

2. Parceria como alavanca: A união entre EBS e Vila Sá mostra como a soma de estruturas entre duas entidades do terceiro setor otimiza recursos, amplia alcance e profissionaliza a entrega, com a psicologia como serviço de valor agregado.

3. Impacto mensurável: Mais do que números de atendidos, o retorno está na reconstrução de relações, na prevenção de doenças psicossociais e na criação de uma rede de apoio comunitária que gera pertencimento, um dos ativos mais escassos da economia atual.

O Sargento Lobo, ao liderar essa frente, posiciona a ONG EBS não apenas como uma entidade assistencial, mas como uma organização que entende o cuidado humano como investimento. Em um cenário onde o mercado discute ESG, longevidade e economia prateada, Santo André se torna um case de como a interação e a convivência podem ser transformadas em uma estratégia de desenvolvimento econômico e social de longo prazo.

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Amo ficar sozinha, tenho medo de ficar com gente”, revela Joana Cabral em desabafo sobre saúde mental

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Joana Cabral surpreende: “Amo ficar sozinha, tenho medo de ficar com gente” – atriz fala sobre esgotamento e saúde mental

Atriz explica por que trocou a aglomeração pelo silêncio e como a conta invisível do cuidado que atinge 60% das mulheres afastadas por transtornos mentais mudou sua visão sobre solidão

A atriz Joana Cabral surpreendeu ao inverter uma lógica que muitas mulheres têm medo de admitir.

Em um desabafo sincero nas redes sociais, a artista revelou que aprendeu a amar a própria companhia e, hoje, seu medo é outro: o de voltar a se perder no meio de muita gente.

Amo ficar sozinha. Tenho medo de ficar com gente”, disparou Joana, em frase que viralizou entre seguidoras.

Longe de ser antipatia, a confissão de Joana é sobre autopreservação. A atriz conta que durante anos viveu a famosa conta invisível do cuidado – aquela em que a mulher acorda mais cedo para organizar a casa, planeja as refeições, checa prazos do trabalho, cuida dos filhos, apoia os amigos e, no fim do dia, está com o saldo mental no vermelho.

“Eu tinha medo de ficar sozinha porque achava que solidão era fracasso. Hoje eu tenho medo de ficar com gente porque é no meio de muita gente, de muita demanda, de ter que dar conta de tudo, que eu me abandonei. Ficar com gente, para mim, era estar o tempo todo cuidando, servindo, sendo o porto seguro de todo mundo. E eu me esvaziava”, explicou.

O relato de Joana ecoa um dado alarmante: segundo o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou recorde de 546 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, sendo mais de 60% de mulheres. O relatório Esgotadas, da ONG Think Olga, mostra que 45% das brasileiras já têm diagnóstico de ansiedade ou depressão.

Fenômeno que já atingiu famosas como Anitta, Bruna Marquezine, Maiara, Fernanda Souza e Tatá Estaniecki, que já falaram abertamente sobre crises de ansiedade e burnout por conta da jornada 360º de serem perfeitas em tudo.

“Discutir o esgotamento feminino apenas como ‘preciso descansar mais’ é ignorar o básico. Mulheres não adoecem por fragilidade; adoecem porque operam em um ecossistema moldado para gastar todos os recursos na vida alheia, deixando o extrato pessoal zerado”, analisa Danieli Wegermann, especialista em liderança e comportamento feminino.

Para sair do cheque especial emocional, Joana conta que fez três investimentos que a especialista também recomenda:

  1. O Depósito do Escrever para Curar: “O papel aguenta o que a voz ainda não aguenta. Escrevo 15 minutos por dia e organizo meu caos”, diz Joana.
  2. O Fundo de Estabilização STOP: Parar 30 segundos, respirar, observar e só depois agir.
  3. Valorizar o que já tem: “Em vez de focar no que falta, faço um balanço dos meus pilares. Minha rede de apoio, meu tempo livre real”.

Hoje, em fase de reencontro, Joana ressignificou tudo.

“Proteger minha saúde mental foi entender que estar sozinha não é solidão, é companhia de mim mesma. E estar com muita gente, o tempo todo, sem limite, é que me deixava realmente sozinha de mim. Hoje eu escolho com quem eu fico. E principalmente, escolho ficar comigo”, finalizou a atriz, que se prepara para novos projetos no teatro e streaming.

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Dedo de La Chica retorna às origens e celebra nova fase na Vila Madalena

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Com 22 anos de história, restaurante mexicano volta à rua onde tudo começou e recebe a cantora Vanessa Jackson na reabertura.

São Paulo, outubro de 2026 — O restaurante mexicano Dedo de La Chica inicia um novo capítulo de sua história ao retornar à Rua Aspicuelta, na Vila Madalena, onde tudo começou. Após 14 anos na Rua Fidalga, a casa reabriu em 10 de outubro, em uma região conhecida por sua efervescência cultural, diversidade e proximidade com o famoso Beco do Batman.

crédito foto Pablo Mack
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Uma história de sabor e superação

Ao longo de 22 anos, o Dedo de La Chica conquistou seu espaço no cenário gastronômico paulistano, reunindo culinária mexicana, ambiente descontraído e experiências voltadas a encontros e comemorações. À frente do restaurante desde sua trajetória, a chef Aline Silva celebra esta nova fase da casa, marcada pelo retorno ao endereço de origem.

A trajetória do estabelecimento também ganhou visibilidade nacional com sua participação no programa Pesadelo na Cozinha, apresentado pelo chef francês Erick Jacquin, experiência que marcou um período de desafios e transformação.

crédito foto Pablo Mack
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O retorno à Rua Aspicuelta representa uma reconexão com as origens e com a atmosfera criativa da Vila Madalena, bairro reconhecido por seus grafites, galerias, bares, restaurantes e intensa vida cultural.

crédito foto Pablo Mack
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Vanessa Jackson prestigia a reabertura

A reabertura oficial, realizada em 10 de outubro, reuniu convidados, clientes e personalidades. Entre os destaques esteve a cantora Vanessa Jackson, vencedora do programa Fama, da TV Globo, que compareceu acompanhada da família.

A presença da artista reforçou a conexão do Dedo de La Chica com o universo da música e do entretenimento, mantendo a tradição da casa como ponto de encontro na Vila Madalena.

crédito foto Pablo Mack
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Gastronomia, comemorações e eventos

Além da gastronomia mexicana, o Dedo de La Chica oferece espaço para festas, aniversários, confraternizações e eventos privados, combinando boa comida e ambiente descontraído em uma das regiões mais vibrantes de São Paulo.

De volta à rua onde tudo começou, o restaurante celebra seus 22 anos de trajetória e inaugura uma nova etapa, preservando sua identidade e fortalecendo sua conexão com a gastronomia, a cultura e a vida paulistana.

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Academia Carioca promove saúde, bem-estar e integração em caminhada pelo Boulevard Olímpico

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O Boulevard Olímpico, um dos pontos turísticos mais emblemáticos do Rio de Janeiro, foi o cenário de uma iniciativa que uniu atividade física, lazer e promoção da saúde. Alunos da Academia Carioca, programa de incentivo à prática de exercícios vinculado à Clínica da Família Anthídio Dias da Silveira, participaram de uma caminhada ao ar livre com foco na qualidade de vida e na convivência social.

A atividade foi conduzida pelo professor Philipe Vasques, com o apoio dos monitores do programa, e proporcionou aos participantes a oportunidade de praticar exercícios em um ambiente diferente da rotina habitual, explorando um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade.

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Além de estimular o movimento e a adoção de hábitos saudáveis, a iniciativa reforçou a importância da atividade física como instrumento de prevenção de doenças e promoção do bem-estar físico e emocional. A proposta também valorizou a convivência entre os participantes, incentivando a socialização e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

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A ação acompanha uma perspectiva importante da atenção primária à saúde: ampliar o cuidado para além dos consultórios e das unidades de atendimento, utilizando os espaços urbanos como ambientes de promoção da saúde, prevenção e inclusão social.

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Durante o percurso, a troca de experiências e os momentos de descontração contribuíram para tornar a caminhada uma experiência coletiva de cuidado e integração. A iniciativa demonstrou como atividades acessíveis podem incentivar a participação da população e aproximar a promoção da saúde do cotidiano das pessoas.

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Com ações como essa, a Academia Carioca fortalece seu compromisso com a qualidade de vida, mostrando que cuidar da saúde também significa estimular o convívio social, ocupar os espaços públicos e incentivar escolhas que contribuam para uma rotina mais ativa e saudável.

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