Conecte-se conosco

Saúde

“Dra. Lucia Kratz” Revolucionando a Saúde Mental através da Neuromodulação e Tecnologia

Publicado

sobre

A psicologia contemporânea vive um momento de ruptura, e a Dra. Lucia Kratz está na linha de frente dessa transformação. Com uma trajetória de mais de 25 anos, ela une a profundidade acadêmica à inovação tecnológica para criar um novo padrão de atendimento clínico. Sua atuação é marcada pelo uso de metodologias ativas e inovadoras, garantindo que o conhecimento não seja apenas teórico, mas se transforme em uma prática de resultados consistentes.

A Ciência dos Dados Cerebrais: O Mapeamento como Prevenção
Em um cenário onde a saúde mental nunca esteve tão em alta, a prevenção tornou-se o pilar fundamental para evitar o colapso emocional. No consultório da Dra. Lucia, localizado no Setor Sul, o cuidado começa com precisão técnica através do *Mapeamento Cerebral Inicial*. Este exame revela a “assinatura neural” do paciente, permitindo identificar lacunas de processamento antes mesmo que elas se tornem crises funcionais.

“A neurociência nos mostra que o cérebro pode ser treinado para responder de forma mais adaptativa ao estresse e às demandas de alta pressão“, explica a Dra. Lucia. “O mapeamento não busca uma ‘cura’, pois na psicologia trabalhamos com regulação e funcionalidade. Ele nos dá o mapa para estabilizar o sistema nervoso e otimizar a resposta do indivíduo ao seu meio, prevenindo o adoecimento antes que ele se instale.”

Tecnologia de Ponta e a Base da TCC
O diferencial da Dra. Lucia é a integração. Ela une os tratamentos clínicos tradicionais baseados na **Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) — padrão ouro na psicologia para a reestruturação de pensamentos — com ferramentas de neuromodulação de última geração. O consultório é um centro de alta tecnologia equipado com:

– Pulsetto: Estimulação do nervo vago para equilíbrio do sistema nervoso autônomo.
– TDCS (Estimulação Transcraniana): Modulação não invasiva da atividade cortical.
– Neurofeedback (HEG) e EEG: Treinamento para autorregulação em tempo real.

Essa combinação é vital para a remissão de sintomas e reabilitação em quadros de TDAH (foco e ansiedade), Depressão, Hiperatividade, Crises de Pânico e na Reabilitação Cognitiva.

A Solidão do Líder nos Mundos VUCA, TUNI e BANI
Um dos focos centrais de sua prática é a modelagem comportamental para a performance profissional. Dra. Lucia observa que líderes enfrentam uma jornada solitária e desafiadora. O mundo mudou rapidamente: saímos do contexto VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) para os conceitos ainda mais caóticos de TUNI (Turbulento, Incerto, Novel/Novo e Interconectado) e BANI (Frágil, Ansioso, Não-linear e Incompreensível).

“Os líderes atuais estão imersos em ambientes BANI, onde a fragilidade e a ansiedade são constantes. É uma posição muito solitária“, afirma a doutora. “Eles precisam de um espaço profissional que os ajude a quebrar ciclos repetitivos e organizar seus pensamentos para gerir em tempos de caos. A modelagem comportamental entra aqui para reconfigurar padrões de pensamento e ação que impedem o crescimento, gerando novos hábitos de forma muito mais consistente e segura.”

Um Legado em Literatura e Prática
A base desse trabalho inovador está documentada em sua vasta produção intelectual. Autora de livros fundamentais como Líder 5.0, Líder 3.0 e Aprendizado Vivo, Lucia traz para a clínica a expertise de quem entende de gestão, liderança e educação. Sua obra “Meu companheiro é um psicopata, será?” complementa essa visão ao tratar da análise de caráter e proteção emocional, temas cruciais em um mundo onde as relações estão cada vez mais complexas.

Para a Dra. Lucia Kratz, a psicologia de ponta é aquela que entende as dores do presente e utiliza a tecnologia para preparar o ser humano para o futuro. Ao unir o rigor da TCC com as ferramentas de neuromodulação, ela oferece aos seus pacientes — de pacientes clínicos a grandes executivos — o caminho para a autorregulação, a organização mental e a excelência humana em um mundo que não para de mudar.

Dra. Lucia Kratz
Doutora em Psicologia | Mestre em Administração | Especialista em Neuromodulação, TCC, Musicoterapia e Neuropsicologia dos Transtornos Mentais.
Consultório: Setor Sul – Goiânia – Atendimento PRESENCIAL e ON-LINE.

>> Instagram @luciakratz

#pautabr #claudelopes70 #draluciakratz #neuromodulacao

Geral

Academia Carioca promove saúde, bem-estar e integração em caminhada pelo Boulevard Olímpico

Publicado

sobre

O Boulevard Olímpico, um dos pontos turísticos mais emblemáticos do Rio de Janeiro, foi o cenário de uma iniciativa que uniu atividade física, lazer e promoção da saúde. Alunos da Academia Carioca, programa de incentivo à prática de exercícios vinculado à Clínica da Família Anthídio Dias da Silveira, participaram de uma caminhada ao ar livre com foco na qualidade de vida e na convivência social.

A atividade foi conduzida pelo professor Philipe Vasques, com o apoio dos monitores do programa, e proporcionou aos participantes a oportunidade de praticar exercícios em um ambiente diferente da rotina habitual, explorando um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Além de estimular o movimento e a adoção de hábitos saudáveis, a iniciativa reforçou a importância da atividade física como instrumento de prevenção de doenças e promoção do bem-estar físico e emocional. A proposta também valorizou a convivência entre os participantes, incentivando a socialização e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

A ação acompanha uma perspectiva importante da atenção primária à saúde: ampliar o cuidado para além dos consultórios e das unidades de atendimento, utilizando os espaços urbanos como ambientes de promoção da saúde, prevenção e inclusão social.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Durante o percurso, a troca de experiências e os momentos de descontração contribuíram para tornar a caminhada uma experiência coletiva de cuidado e integração. A iniciativa demonstrou como atividades acessíveis podem incentivar a participação da população e aproximar a promoção da saúde do cotidiano das pessoas.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Com ações como essa, a Academia Carioca fortalece seu compromisso com a qualidade de vida, mostrando que cuidar da saúde também significa estimular o convívio social, ocupar os espaços públicos e incentivar escolhas que contribuam para uma rotina mais ativa e saudável.

Continuar lendo

Saúde

Lipedema: por que dietas restritivas e treinos excessivos podem não ser a melhor estratégia

Publicado

sobre

Créditos da Foto: Divulgação

Especialista explica como alimentação e exercício podem ajudar no controle dos sintomas sem transformar o cuidado com o corpo em uma rotina de cobranças

Yasmin Brunet, Paolla Oliveira, Rafa Brites, Juliane Massaoka, Amanda Djehdian, Bárbara Reis e outras mulheres conhecidas do público brasileiro ajudaram a colocar o lipedema no centro das discussões. A condição, que afeta predominantemente mulheres, pode provocar um aumento desproporcional do tecido adiposo, principalmente nos membros inferiores, além de sintomas como dor, sensação de peso, sensibilidade e facilidade para desenvolver hematomas.

Com o aumento da visibilidade da doença, também crescem as dúvidas sobre alimentação e atividade física. Afinal, depois do diagnóstico, é preciso mudar completamente a dieta? Aumentar a carga dos treinos? Cortar determinados alimentos?

Para o nutricionista e profissional de Educação Física MSc Daniel Reis (@nutri.danielreis), a resposta não passa por medidas radicais. Segundo o especialista, antes de pensar em perder centímetros ou mudar o corpo a qualquer custo, é preciso entender os sintomas e a rotina de cada mulher.

“Se eu fosse o nutricionista e preparador físico dessas mulheres, eu não começaria tentando fazer as pernas diminuírem a qualquer custo. Começaria entendendo os sintomas, a rotina, a alimentação, a força muscular e a relação daquela mulher com o próprio corpo”, afirma.

Paolla Oliveira e a discussão sobre o corpo feminino

Paolla Oliveira também passou a integrar o debate sobre lipedema e as mudanças corporais enfrentadas por muitas mulheres. Conhecida por defender uma relação menos punitiva com o próprio corpo, a atriz ajuda a ampliar uma discussão importante: nem toda mudança na aparência está relacionada simplesmente à falta de dieta ou exercício.

Na avaliação do especialista, a cobrança constante para emagrecer pode ser especialmente desgastante para mulheres que convivem com sintomas do lipedema.

“Muitas passaram anos ouvindo que precisavam apenas emagrecer. Algumas fizeram inúmeras dietas, aumentaram o volume de exercícios e continuaram convivendo com dor, sensibilidade e uma distribuição corporal que não compreendiam.”

Se estivesse à frente do acompanhamento nutricional de uma paciente como Paolla, o profissional de Educação Física e nutricionista diz que não começaria por uma dieta radical.

“Eu começaria entendendo como essa mulher come, como dorme, como treina, quais são seus sintomas e quais objetivos realmente importam para sua saúde.”

Yasmin Brunet e a importância de entender o diagnóstico

Yasmin Brunet foi uma das personalidades que ajudaram a ampliar a conversa sobre lipedema no Brasil. A modelo já falou publicamente sobre o diagnóstico e sobre as dificuldades que enfrentou para entender as mudanças em seu corpo.

Para Reis, um dos pontos que merecem atenção é a ideia de que o lipedema estaria necessariamente relacionado ao excesso de peso.

“Uma mulher pode estar dentro de um peso considerado normal e ainda apresentar lipedema. Por isso, olhar apenas para a balança é insuficiente”, explica.

Na visão do nutricionista, dietas muito restritivas não deveriam ser a primeira escolha no planejamento alimentar.

“Não existe uma dieta milagrosa capaz de curar o lipedema. O que existe é uma alimentação individualizada, com qualidade nutricional e estratégias que façam sentido para aquela paciente.”

Rafa Brites e a importância de olhar além do peso

Rafa Brites também falou publicamente sobre o diagnóstico e ajudou a ampliar a discussão sobre mulheres que convivem com sintomas mesmo sem apresentarem excesso importante de peso corporal.

De acordo com o profissional, situações como essa mostram por que a avaliação não deve se resumir ao peso corporal.

“Se a paciente está com dor, sensação de peso, dificuldade para se movimentar ou outros sintomas, o objetivo não pode ser simplesmente emagrecer. Precisamos avaliar a pessoa como um todo.”

No planejamento alimentar, o especialista diz que priorizaria proteínas suficientes, além de frutas, vegetais, fibras e alimentos minimamente processados.

“Eu não começaria cortando tudo. Quanto mais restritiva é a dieta, maior pode ser a dificuldade de manter aquela rotina por muito tempo.”

Juliane Massaoka e outras famosas ajudam a tirar o lipedema do silêncio

Juliane Massaoka também tornou pública sua experiência com o lipedema. A comunicadora contou sobre a condição e passou a falar sobre o diagnóstico e o tratamento, ajudando a ampliar a conversa sobre uma doença que ainda é confundida com outras alterações corporais.

Para o nutricionista, quando pessoas conhecidas compartilham suas experiências, outras mulheres podem se identificar e procurar ajuda. “Quando uma pessoa conhecida fala sobre a doença, muitas mulheres começam a reconhecer sintomas que ignoraram durante anos. Mas é importante lembrar: não podemos diagnosticar ninguém olhando uma fotografia.”

Segundo o profissional de Educação Física, ter pernas volumosas, celulite ou dificuldade para perder gordura localizada não significa, automaticamente, ter lipedema. “O diagnóstico precisa ser clínico e realizado por profissionais capacitados”, reforça.

Reis lista cinco estratégias que poderiam fazer parte do treinamento de mulheres diagnosticadas com lipedema:

1. Musculação como prioridade
De acordo com o profissional de Educação Física, o treinamento de força pode contribuir para melhorar a força, a capacidade funcional e a preservação ou o aumento da massa muscular.

2. Aeróbico adaptado à paciente
Para o especialista, caminhada, bicicleta e exercícios aquáticos podem ser alternativas. A escolha, segundo ele, depende da condição física, dos sintomas e da preferência de cada mulher.

3. Progressão sem exageros
O nutricionista e profissional de Educação Física defende que não é necessário começar com treinos exaustivos. Para ele, a evolução deve acontecer de forma gradual.

4. Monitoramento dos sintomas
Segundo o especialista, dor, sensação de peso, mobilidade e qualidade de vida também devem ser considerados. Para o profissional, o peso corporal não é o único indicador de evolução.

5. Constância acima da intensidade
Na avaliação de Reis, o melhor treino é aquele que a paciente consegue manter. A regularidade ao longo do tempo é mais importante do que treinar intensamente por poucas semanas.

Alimentação não deve ser punição

Segundo o nutricionista, o diagnóstico pode levar algumas mulheres a buscar rapidamente dietas milagrosas, suplementos ou estratégias radicais. Para ele, esse tipo de comportamento pode gerar frustração e dificultar a manutenção de uma rotina saudável. “O problema é quando a paciente acredita que existe um alimento proibido ou um suplemento que vai resolver tudo. O tratamento precisa ser individualizado.”

De acordo com o especialista, uma alimentação equilibrada pode incluir proteínas adequadas, frutas, verduras, legumes, fibras e hidratação, além de reduzir o consumo frequente de alimentos ultraprocessados. “Mas não existe necessidade de criar medo da comida. Uma paciente não precisa viver em uma dieta de punição.”

Exercício não é castigo

Outro ponto destacado pelo profissional de Educação Física é a ideia de compensar a alimentação com horas de exercício. Segundo ele, essa não deveria ser a lógica para quem tem lipedema. “Eu não colocaria nenhuma dessas famosas em uma rotina de treino como punição por comer. Exercício não é castigo”, afirma.

A proposta, explica o especialista, é encontrar uma atividade que possa ser incorporada à rotina e contribua para força, condicionamento e funcionalidade. “Algumas mulheres vão gostar de musculação. Outras, de bicicleta. Algumas terão melhor adaptação à água. A melhor estratégia é aquela que respeita o corpo e também a rotina da paciente.”

O sucesso não está apenas na fita métrica

Para o nutricionista, outro erro é transformar a medida das pernas ou o número da balança no principal indicador de resultado. “Se eu fosse o nutricionista e preparador físico dessas famosas, não definiria sucesso apenas pela medida da coxa ou pelo número na balança.”

Na avaliação do especialista, a evolução também pode aparecer em aspectos do cotidiano, como mais força, melhor condicionamento, maior disposição, menos limitações para se movimentar e melhora da qualidade de vida. “O corpo não precisa ser punido para ser cuidado. Essa é a mensagem que eu gostaria que Paolla Oliveira, Yasmin Brunet, Rafa Brites e todas as mulheres com lipedema recebessem”, afirma.

Para Reis, a maior exposição do lipedema pode ajudar mulheres que convivem com sintomas a procurar informação e avaliação adequada. Mas, segundo ele, não existe uma fórmula única. “Cada paciente tem uma história, sintomas, rotina e necessidades diferentes. O papel da nutrição e do exercício físico é ajudar essa mulher a viver melhor, e não colocá-la em uma guerra contra o próprio corpo”, finaliza.

Continuar lendo

Saúde

Além da caneta: especialistas explicam por que preservar músculos é o novo desafio do emagrecimento e auto estima

Publicado

sobre

Créditos da Foto: Divulgação

Medicamentos como semaglutida e tirzepatida ajudam na perda de peso, mas especialistas alertam que alimentação e exercício são fundamentais para manter a saúde e a qualidade dos resultados

As canetas à base de GLP-1 mudaram a forma como muitas pessoas encaram a perda de peso. Medicamentos como semaglutida, liraglutida e tirzepatida representam um avanço importante no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, auxiliando no controle do apetite, da glicemia e na redução do peso corporal quando utilizados com indicação e acompanhamento médico.

Mas, para especialistas, o número que aparece na balança não é o único indicador de sucesso. O desafio agora é entender como emagrecer preservando aquilo que mantém o corpo forte e funcional: a massa muscular.

A perda de peso saudável envolve mais do que reduzir quilos. É preciso diminuir a gordura corporal, manter músculos, melhorar a disposição, a mobilidade e a qualidade de vida.

“Quando uma pessoa emagrece rapidamente, principalmente utilizando medicamentos que reduzem o apetite, existe o risco de perder não apenas gordura, mas também massa muscular. E perder músculos significa reduzir força, diminuir o metabolismo, aumentar o risco de lesões e favorecer o chamado efeito sanfona”, explica Fabio Aquino, CEO da Fisiotrainers, profissional de Educação Física e especialista em Fisiologia do Exercício.

A alimentação como parte do tratamento

Com a redução do apetite provocada pelos medicamentos, algumas pessoas passam a consumir menos alimentos ao longo do dia. Sem uma estratégia nutricional adequada, esse processo pode resultar em perda de força, fadiga, deficiência de vitaminas e minerais e redução da massa muscular.

Para Rosângela, nutricionista da Fisiotrainers, a alimentação precisa acompanhar essa nova realidade do paciente.

“O planejamento alimentar é fundamental para garantir que o organismo receba os nutrientes necessários durante todo o processo”, explica.

Segundo a especialista, a prioridade deve ser uma dieta equilibrada, com presença adequada de proteínas, vegetais, frutas, carboidratos de qualidade, gorduras saudáveis e hidratação. A estratégia deve considerar características individuais, como idade, rotina, exames, composição corporal e objetivos.

O papel do exercício na manutenção dos resultados

Se as canetas auxiliam no processo de emagrecimento, o exercício físico tem papel fundamental para que essa transformação aconteça com qualidade.

O treinamento de força é uma das principais estratégias para preservar a musculatura durante a perda de peso. Além de ajudar na manutenção da massa magra, a atividade física melhora a força, o condicionamento cardiovascular, a sensibilidade à insulina, a densidade óssea, o equilíbrio e a disposição no dia a dia.

“O objetivo não deve ser apenas emagrecer, mas construir um corpo mais saudável e funcional. A perda de peso precisa vir acompanhada de qualidade muscular e melhora da capacidade física”, afirma Fabio.

O desafio depois da perda de peso

Outro ponto de atenção é a manutenção dos resultados. Especialistas destacam que, sem mudanças consistentes nos hábitos, parte dos pacientes pode recuperar o peso após a interrupção da medicação.

Por isso, o acompanhamento integrado entre médico, nutricionista e profissional de Educação Física se torna cada vez mais importante. Enquanto o médico avalia a indicação e a segurança do medicamento, o nutricionista organiza a estratégia alimentar e o profissional de exercício trabalha para preservar músculos e melhorar o condicionamento.

Mais do que uma mudança estética, o objetivo é construir um processo sustentável, com mais força, autonomia e qualidade de vida.

Continuar lendo

Trending