Geral
Dedo de La Chica retorna às origens e celebra nova fase na Vila Madalena
Com 22 anos de história, restaurante mexicano volta à rua onde tudo começou e recebe a cantora Vanessa Jackson na reabertura.
São Paulo, outubro de 2026 — O restaurante mexicano Dedo de La Chica inicia um novo capítulo de sua história ao retornar à Rua Aspicuelta, na Vila Madalena, onde tudo começou. Após 14 anos na Rua Fidalga, a casa reabriu em 10 de outubro, em uma região conhecida por sua efervescência cultural, diversidade e proximidade com o famoso Beco do Batman.

Uma história de sabor e superação
Ao longo de 22 anos, o Dedo de La Chica conquistou seu espaço no cenário gastronômico paulistano, reunindo culinária mexicana, ambiente descontraído e experiências voltadas a encontros e comemorações. À frente do restaurante desde sua trajetória, a chef Aline Silva celebra esta nova fase da casa, marcada pelo retorno ao endereço de origem.
A trajetória do estabelecimento também ganhou visibilidade nacional com sua participação no programa Pesadelo na Cozinha, apresentado pelo chef francês Erick Jacquin, experiência que marcou um período de desafios e transformação.

O retorno à Rua Aspicuelta representa uma reconexão com as origens e com a atmosfera criativa da Vila Madalena, bairro reconhecido por seus grafites, galerias, bares, restaurantes e intensa vida cultural.

Vanessa Jackson prestigia a reabertura
A reabertura oficial, realizada em 10 de outubro, reuniu convidados, clientes e personalidades. Entre os destaques esteve a cantora Vanessa Jackson, vencedora do programa Fama, da TV Globo, que compareceu acompanhada da família.
A presença da artista reforçou a conexão do Dedo de La Chica com o universo da música e do entretenimento, mantendo a tradição da casa como ponto de encontro na Vila Madalena.

Gastronomia, comemorações e eventos
Além da gastronomia mexicana, o Dedo de La Chica oferece espaço para festas, aniversários, confraternizações e eventos privados, combinando boa comida e ambiente descontraído em uma das regiões mais vibrantes de São Paulo.
De volta à rua onde tudo começou, o restaurante celebra seus 22 anos de trajetória e inaugura uma nova etapa, preservando sua identidade e fortalecendo sua conexão com a gastronomia, a cultura e a vida paulistana.
Geral
Amo ficar sozinha, tenho medo de ficar com gente”, revela Joana Cabral em desabafo sobre saúde mental
Joana Cabral surpreende: “Amo ficar sozinha, tenho medo de ficar com gente” – atriz fala sobre esgotamento e saúde mental
Atriz explica por que trocou a aglomeração pelo silêncio e como a conta invisível do cuidado que atinge 60% das mulheres afastadas por transtornos mentais mudou sua visão sobre solidão
A atriz Joana Cabral surpreendeu ao inverter uma lógica que muitas mulheres têm medo de admitir.
Em um desabafo sincero nas redes sociais, a artista revelou que aprendeu a amar a própria companhia e, hoje, seu medo é outro: o de voltar a se perder no meio de muita gente.
Amo ficar sozinha. Tenho medo de ficar com gente”, disparou Joana, em frase que viralizou entre seguidoras.
Longe de ser antipatia, a confissão de Joana é sobre autopreservação. A atriz conta que durante anos viveu a famosa conta invisível do cuidado – aquela em que a mulher acorda mais cedo para organizar a casa, planeja as refeições, checa prazos do trabalho, cuida dos filhos, apoia os amigos e, no fim do dia, está com o saldo mental no vermelho.
“Eu tinha medo de ficar sozinha porque achava que solidão era fracasso. Hoje eu tenho medo de ficar com gente porque é no meio de muita gente, de muita demanda, de ter que dar conta de tudo, que eu me abandonei. Ficar com gente, para mim, era estar o tempo todo cuidando, servindo, sendo o porto seguro de todo mundo. E eu me esvaziava”, explicou.
O relato de Joana ecoa um dado alarmante: segundo o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou recorde de 546 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, sendo mais de 60% de mulheres. O relatório Esgotadas, da ONG Think Olga, mostra que 45% das brasileiras já têm diagnóstico de ansiedade ou depressão.
Fenômeno que já atingiu famosas como Anitta, Bruna Marquezine, Maiara, Fernanda Souza e Tatá Estaniecki, que já falaram abertamente sobre crises de ansiedade e burnout por conta da jornada 360º de serem perfeitas em tudo.
“Discutir o esgotamento feminino apenas como ‘preciso descansar mais’ é ignorar o básico. Mulheres não adoecem por fragilidade; adoecem porque operam em um ecossistema moldado para gastar todos os recursos na vida alheia, deixando o extrato pessoal zerado”, analisa Danieli Wegermann, especialista em liderança e comportamento feminino.
Para sair do cheque especial emocional, Joana conta que fez três investimentos que a especialista também recomenda:
- O Depósito do Escrever para Curar: “O papel aguenta o que a voz ainda não aguenta. Escrevo 15 minutos por dia e organizo meu caos”, diz Joana.
- O Fundo de Estabilização STOP: Parar 30 segundos, respirar, observar e só depois agir.
- Valorizar o que já tem: “Em vez de focar no que falta, faço um balanço dos meus pilares. Minha rede de apoio, meu tempo livre real”.
Hoje, em fase de reencontro, Joana ressignificou tudo.
“Proteger minha saúde mental foi entender que estar sozinha não é solidão, é companhia de mim mesma. E estar com muita gente, o tempo todo, sem limite, é que me deixava realmente sozinha de mim. Hoje eu escolho com quem eu fico. E principalmente, escolho ficar comigo”, finalizou a atriz, que se prepara para novos projetos no teatro e streaming.
Geral
Academia Carioca promove saúde, bem-estar e integração em caminhada pelo Boulevard Olímpico
O Boulevard Olímpico, um dos pontos turísticos mais emblemáticos do Rio de Janeiro, foi o cenário de uma iniciativa que uniu atividade física, lazer e promoção da saúde. Alunos da Academia Carioca, programa de incentivo à prática de exercícios vinculado à Clínica da Família Anthídio Dias da Silveira, participaram de uma caminhada ao ar livre com foco na qualidade de vida e na convivência social.
A atividade foi conduzida pelo professor Philipe Vasques, com o apoio dos monitores do programa, e proporcionou aos participantes a oportunidade de praticar exercícios em um ambiente diferente da rotina habitual, explorando um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade.

Além de estimular o movimento e a adoção de hábitos saudáveis, a iniciativa reforçou a importância da atividade física como instrumento de prevenção de doenças e promoção do bem-estar físico e emocional. A proposta também valorizou a convivência entre os participantes, incentivando a socialização e o fortalecimento dos vínculos comunitários.


A ação acompanha uma perspectiva importante da atenção primária à saúde: ampliar o cuidado para além dos consultórios e das unidades de atendimento, utilizando os espaços urbanos como ambientes de promoção da saúde, prevenção e inclusão social.

Durante o percurso, a troca de experiências e os momentos de descontração contribuíram para tornar a caminhada uma experiência coletiva de cuidado e integração. A iniciativa demonstrou como atividades acessíveis podem incentivar a participação da população e aproximar a promoção da saúde do cotidiano das pessoas.

Com ações como essa, a Academia Carioca fortalece seu compromisso com a qualidade de vida, mostrando que cuidar da saúde também significa estimular o convívio social, ocupar os espaços públicos e incentivar escolhas que contribuam para uma rotina mais ativa e saudável.
Geral
A Conta Invisível do Cuidado: a carga mental de cuidar de todos, menos de si
DE ANITTA A MARQUEZINE: POR QUE ELAS SÃO 60% DOS AFASTAMENTOS POR SAÚDE MENTAL?
Especialista em liderança feminina Danieli Wegermann analisa recorde de licenças por transtornos mentais, explica colapso por sobrecarga do cuidado e aponta 3 investimentos práticos – fenômeno que já atingiu famosas como Maiara, Fernanda Souza e Tatá Estaniecki
Você acorda mais cedo para organizar a dinâmica da casa, planeja mentalmente as refeições, checa os prazos do trabalho, cuida do bem-estar dos filhos ou apoia os amigos. Ao final do dia, a lista foi cumprida, mas o saldo da sua mente está no vermelho.
O mercado chama de “estresse do dia a dia”. A matemática mostra uma epidemia silenciosa: o colapso do fluxo de caixa emocional das mulheres. E é uma conta que não escolhe classe social.
De anônimas a famosas como Anitta, que já expôs publicamente suas crises de ansiedade e exaustão por conta da jornada exaustiva, Bruna Marquezine, que fala abertamente sobre terapia e a cobrança por ser perfeita, e Maiara, da dupla com Maraisa, que já se afastou dos palcos por esgotamento, o relato se repete: a mulher que cuida de tudo, mas se deixa por último no extrato.
“Discutir o esgotamento feminino apenas como ‘preciso descansar mais’ é ignorar o básico. Para todo débito de energia que despejamos no mundo, precisamos de um crédito de reposição. Se a conta não fecha, entramos no cheque especial. Mulheres não adoecem por fragilidade; adoecem porque operam em um ecossistema moldado para gastar todos os recursos com o cuidado da vida alheia, deixando o extrato pessoal zerado”, afirma Danieli Wegermann, especialista em liderança e comportamento feminino.
A métrica do adoecimento – os dados oficiais mostram que a falência mental feminina virou indicador econômico:
- A maioria nas licenças: O Brasil registrou recorde de mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, segundo o Ministério da Previdência Social. Desse total, mulheres respondem por mais de 60%.
- A epidemia de ansiedade: O relatório Esgotadas, da ONG Think Olga, revela que 45% das mulheres brasileiras já possuem diagnóstico de ansiedade ou depressão. A ansiedade faz parte da rotina diária de 6 em cada 10.
- O recorte do esgotamento: Mulheres são a grande maioria dos casos de burnout registrados no SUS, impulsionadas pela soma do trabalho remunerado ao trabalho de cuidado não remunerado.
O mesmo esgotamento que levou artistas como Fernanda Souza a relatar síndrome do pânico, Tatá Estaniecki a expor o burnout da maternidade e Ivete Sangalo a falar sobre a culpa materna por tentar dar conta de tudo.
“Por que esse mecanismo é tão resiliente? Porque a cultura confunde endividamento mental com amor. Desde cedo, a mulher é socializada para ser o porto seguro. Exige-se a jornada 360º perfeita: profissional impecável, parceira presente, mãe exemplar e gestora de um lar sem falhas”, explica Danieli.
Esse fardo invisível, a carga mental, é o trabalho constante de planejar, lembrar e gerenciar tudo para que a engrenagem não pare. O resultado é um estado de hipervigilância crônica que destrói o sono, anula o foco e paralisa a ascensão na carreira.

Três investimentos para ajudar a equilibrar o seu saldo mental e emomional – por Danieli Wegermann
Para um problema estrutural, não adianta vender resposta simples como “uma tarde no spa”. Se você não tem tempo para rituais complexos, o resgate exige ferramentas realistas e de fácil implementação:
- Realizando depósitos – intervenção “Escrevendo para Curar”: os estudos clássicos do Dr. James Pennebaker provaram que esconder um acontecimento difícil é mais prejudicial do que a própria experiência. O aporte: escreva livremente sobre suas experiências mais intensas por 15 a 20 minutos por dia, durante 3 a 4 dias.
- O Fundo de Estabilização Emergencial – intervenção S.T.O.P.: Sob estresse severo, nossa mente tem “efeito de visão de túnel”. Para estancar o dreno no meio de uma crise, aplique: STOP (Pare 30 segundos); TAKE A BREATH (Respire fundo); OBSERVE (Observe corpo e pensamentos sem se julgar); PROCEED (Prossiga com a decisão mais inteligente).
- A Valorização de Ativos – Microintervenção de Recursos: treinar a mente para rastrear e valorizar recursos que já temos (tempo livre real, nossas competências, conquistas, pequenos rompantes de alegria, relacionamentos positivos) reduz o saldo do esgotamento. Em vez de focar de forma obsessiva apenas no rombo do seu extrato e no que está faltando, faça um balanço patrimonial dos seus pequenos pilares de sustentação atuais. Tratar o que você já possui como um ativo valioso blinda a sua mente contra a sensação crônica de escassez e exaustão.
A especialista alerta: quando você aceitar financiar o mundo com a falência da sua própria mente, o saldo final sempre será o vermelho. Mas o diagnóstico não precisa ser definitivo. Proteger a sua saúde mental é o passo mais urgente para reequilibrar o fluxo da sua história. Entenda que você não nasceu apenas para quitar os débitos da sobrevivência. É hora de fazer aportes reais em si mesma, guardando energia para o que te nutre e permitindo-se enriquecer a vida com momentos, risos e experiências que dão verdadeiro sentido aos dias.
*Danieli Wegermann é pesquisadora em liderança, autora, palestrante, professora de MBA e fundadora da Learnability School. Há 15 anos atua no desenvolvimento de liderança e soma mais de 40 mil horas no desenvolvimento líderes.
- Últimas notícias5 dias atrás
Garanhão do Monte Sião Haras reúne títulos com genética de alta performance
Economia1 ano atrásProdução industrial sobe 0,1% em junho, depois de dois meses de queda
Música/Show4 meses atrásAllisson Rodrigues lança “Sentimental” e conquista público com novo single autoral
- Últimas notícias3 dias atrás
Pedro Mota vai a Las Vegas como “Finalista do Grammy Latino 2026” com a artista Zaynara e, posteriormente, cumpre agenda de shows em Portugal
Saúde6 meses atrás“Dra. Lucia Kratz” Revolucionando a Saúde Mental através da Neuromodulação e Tecnologia
- Música/Show6 dias atrás
Isadora Pompeo volta a Teresina para estrear O Propósito, festival da Aguiar MultiMusic
- Geral2 semanas atrás
“Teffy” levou tecnologia de cílios para mais de 10 países participa da Glamour Beauty Show
Famosos5 meses atrásMileide Mihaile, presente no São João de Campina Grande e acompanha show de Dorgival Dantas
