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Mulheres se conectam antes de comprar: novo ecossistema transforma relacionamento em estratégia de crescimento

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Créditos da Foto: Divulgação

Fundado por Mariana Freire, O Encontro da Mari combina formação técnica, aplicação prática e conexões estratégicas para ajudar mulheres empresárias a gerar receita, fortalecer sua autoridade e construir previsibilidade comercial

Em um mercado no qual o custo de aquisição de clientes cresce e o relacionamento se torna cada vez mais decisivo, um novo ecossistema aposta em uma premissa simples: mulheres se conectam antes de fazer negócios. A relação precede a transação — e é justamente sobre esse comportamento que foi criado O Encontro da Mari, comunidade de soluções para mulheres empresárias fundada, em 2025, por Mariana Freire.

A iniciativa reúne formação técnica, aplicação prática e uma rede estratégica de relacionamento em um mesmo ambiente. O objetivo é ajudar empresárias a transformar conhecimento, conexões e recursos já existentes dentro de suas empresas em oportunidades concretas de crescimento.

Mais do que estimular networking, O Encontro da Mari trabalha o relacionamento como parte da estratégia comercial. A proposta é criar um espaço no qual empresárias possam desenvolver autoridade, estruturar processos de venda, identificar novas fontes de receita e construir negócios mais previsíveis.

“Mulheres não fazem negócios apenas a partir de uma oferta. Elas observam, se conectam, criam confiança e, então, avançam para a transação. O Encontro da Mari nasceu para transformar essa dinâmica em uma estratégia estruturada de crescimento”, afirma Mariana Freire, fundadora do ecossistema.

Inteligência comercial aplicada à realidade de cada negócio

O principal produto do ecossistema é o Lab de Inteligência Comercial, programa desenvolvido para apoiar mulheres que desejam crescer sem depender exclusivamente de mídia paga ou da busca constante por novos clientes.

A metodologia está organizada em três pilares: marketing, produto e comercial.

No pilar de marketing, o programa trabalha o conceito de founder-led growth, modelo no qual a própria fundadora se torna um canal de aquisição para a empresa. A participante aprende a estruturar sua presença, sua narrativa e sua autoridade com uma intenção comercial definida, reduzindo a dependência de tráfego pago e o impacto do aumento do custo de mídia.

A proposta é fazer com que a empresária deixe de produzir conteúdo apenas para gerar visibilidade e passe a utilizar sua imagem, experiência e posicionamento para construir confiança, atrair oportunidades qualificadas e impulsionar vendas.

Novas receitas a partir do que a empresa já possui

No pilar de produto, o Lab identifica novas linhas de receita dentro da própria operação. O programa mapeia entregas que a empresa já realiza sem precificação, conhecimentos transferidos gratuitamente durante reuniões, serviços que podem ser estruturados como produtos e bases de clientes que ainda não recebem ofertas de recompra.

A partir desse diagnóstico, recursos que já existem dentro do negócio são organizados e transformados em possibilidades de faturamento adicional, antes de qualquer novo investimento em aquisição.

“Em muitos casos, a empresa não precisa buscar uma nova solução fora. Ela precisa enxergar, organizar e precificar melhor o valor que já entrega”, explica Mariana.

Da intuição à previsibilidade comercial

O terceiro pilar é dedicado à estrutura comercial. Nele, as participantes trabalham com uma régua objetiva de qualificação de leads, matemática de funil e projeção de metas com base em volume e taxa de conversão.

Ao final do programa, cada empresária sai com o funil de sua própria empresa dimensionado e com clareza sobre quantas conversas, propostas e oportunidades serão necessárias para alcançar a meta estabelecida para o trimestre.

A metodologia permite substituir decisões baseadas apenas em intuição por indicadores concretos, tornando a operação comercial mais organizada, mensurável e previsível.

Com essa proposta, O Encontro da Mari se posiciona como um ecossistema voltado não apenas à inspiração feminina, mas principalmente à aplicação. Ao unir autoridade, novas fontes de receita, inteligência comercial e relacionamento estratégico, a comunidade pretende apoiar empresárias na construção de negócios mais sustentáveis e preparados para crescer.

Sobre O Encontro da Mari

Fundado em 2025 por Mariana Freire, O Encontro da Mari é um ecossistema de soluções para mulheres empresárias. A comunidade combina formação técnica, aplicação prática e rede de relacionamento, partindo da compreensão de que a conexão e a confiança antecedem a realização de negócios. Seu principal produto é o Lab de Inteligência Comercial, estruturado nos pilares de marketing, produto e comercial.

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Amo ficar sozinha, tenho medo de ficar com gente”, revela Joana Cabral em desabafo sobre saúde mental

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Joana Cabral surpreende: “Amo ficar sozinha, tenho medo de ficar com gente” – atriz fala sobre esgotamento e saúde mental

Atriz explica por que trocou a aglomeração pelo silêncio e como a conta invisível do cuidado que atinge 60% das mulheres afastadas por transtornos mentais mudou sua visão sobre solidão

A atriz Joana Cabral surpreendeu ao inverter uma lógica que muitas mulheres têm medo de admitir.

Em um desabafo sincero nas redes sociais, a artista revelou que aprendeu a amar a própria companhia e, hoje, seu medo é outro: o de voltar a se perder no meio de muita gente.

Amo ficar sozinha. Tenho medo de ficar com gente”, disparou Joana, em frase que viralizou entre seguidoras.

Longe de ser antipatia, a confissão de Joana é sobre autopreservação. A atriz conta que durante anos viveu a famosa conta invisível do cuidado – aquela em que a mulher acorda mais cedo para organizar a casa, planeja as refeições, checa prazos do trabalho, cuida dos filhos, apoia os amigos e, no fim do dia, está com o saldo mental no vermelho.

“Eu tinha medo de ficar sozinha porque achava que solidão era fracasso. Hoje eu tenho medo de ficar com gente porque é no meio de muita gente, de muita demanda, de ter que dar conta de tudo, que eu me abandonei. Ficar com gente, para mim, era estar o tempo todo cuidando, servindo, sendo o porto seguro de todo mundo. E eu me esvaziava”, explicou.

O relato de Joana ecoa um dado alarmante: segundo o Ministério da Previdência Social, o Brasil registrou recorde de 546 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, sendo mais de 60% de mulheres. O relatório Esgotadas, da ONG Think Olga, mostra que 45% das brasileiras já têm diagnóstico de ansiedade ou depressão.

Fenômeno que já atingiu famosas como Anitta, Bruna Marquezine, Maiara, Fernanda Souza e Tatá Estaniecki, que já falaram abertamente sobre crises de ansiedade e burnout por conta da jornada 360º de serem perfeitas em tudo.

“Discutir o esgotamento feminino apenas como ‘preciso descansar mais’ é ignorar o básico. Mulheres não adoecem por fragilidade; adoecem porque operam em um ecossistema moldado para gastar todos os recursos na vida alheia, deixando o extrato pessoal zerado”, analisa Danieli Wegermann, especialista em liderança e comportamento feminino.

Para sair do cheque especial emocional, Joana conta que fez três investimentos que a especialista também recomenda:

  1. O Depósito do Escrever para Curar: “O papel aguenta o que a voz ainda não aguenta. Escrevo 15 minutos por dia e organizo meu caos”, diz Joana.
  2. O Fundo de Estabilização STOP: Parar 30 segundos, respirar, observar e só depois agir.
  3. Valorizar o que já tem: “Em vez de focar no que falta, faço um balanço dos meus pilares. Minha rede de apoio, meu tempo livre real”.

Hoje, em fase de reencontro, Joana ressignificou tudo.

“Proteger minha saúde mental foi entender que estar sozinha não é solidão, é companhia de mim mesma. E estar com muita gente, o tempo todo, sem limite, é que me deixava realmente sozinha de mim. Hoje eu escolho com quem eu fico. E principalmente, escolho ficar comigo”, finalizou a atriz, que se prepara para novos projetos no teatro e streaming.

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Dedo de La Chica retorna às origens e celebra nova fase na Vila Madalena

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Com 22 anos de história, restaurante mexicano volta à rua onde tudo começou e recebe a cantora Vanessa Jackson na reabertura.

São Paulo, outubro de 2026 — O restaurante mexicano Dedo de La Chica inicia um novo capítulo de sua história ao retornar à Rua Aspicuelta, na Vila Madalena, onde tudo começou. Após 14 anos na Rua Fidalga, a casa reabriu em 10 de outubro, em uma região conhecida por sua efervescência cultural, diversidade e proximidade com o famoso Beco do Batman.

crédito foto Pablo Mack
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Uma história de sabor e superação

Ao longo de 22 anos, o Dedo de La Chica conquistou seu espaço no cenário gastronômico paulistano, reunindo culinária mexicana, ambiente descontraído e experiências voltadas a encontros e comemorações. À frente do restaurante desde sua trajetória, a chef Aline Silva celebra esta nova fase da casa, marcada pelo retorno ao endereço de origem.

A trajetória do estabelecimento também ganhou visibilidade nacional com sua participação no programa Pesadelo na Cozinha, apresentado pelo chef francês Erick Jacquin, experiência que marcou um período de desafios e transformação.

crédito foto Pablo Mack
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O retorno à Rua Aspicuelta representa uma reconexão com as origens e com a atmosfera criativa da Vila Madalena, bairro reconhecido por seus grafites, galerias, bares, restaurantes e intensa vida cultural.

crédito foto Pablo Mack
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Vanessa Jackson prestigia a reabertura

A reabertura oficial, realizada em 10 de outubro, reuniu convidados, clientes e personalidades. Entre os destaques esteve a cantora Vanessa Jackson, vencedora do programa Fama, da TV Globo, que compareceu acompanhada da família.

A presença da artista reforçou a conexão do Dedo de La Chica com o universo da música e do entretenimento, mantendo a tradição da casa como ponto de encontro na Vila Madalena.

crédito foto Pablo Mack
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Gastronomia, comemorações e eventos

Além da gastronomia mexicana, o Dedo de La Chica oferece espaço para festas, aniversários, confraternizações e eventos privados, combinando boa comida e ambiente descontraído em uma das regiões mais vibrantes de São Paulo.

De volta à rua onde tudo começou, o restaurante celebra seus 22 anos de trajetória e inaugura uma nova etapa, preservando sua identidade e fortalecendo sua conexão com a gastronomia, a cultura e a vida paulistana.

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Academia Carioca promove saúde, bem-estar e integração em caminhada pelo Boulevard Olímpico

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O Boulevard Olímpico, um dos pontos turísticos mais emblemáticos do Rio de Janeiro, foi o cenário de uma iniciativa que uniu atividade física, lazer e promoção da saúde. Alunos da Academia Carioca, programa de incentivo à prática de exercícios vinculado à Clínica da Família Anthídio Dias da Silveira, participaram de uma caminhada ao ar livre com foco na qualidade de vida e na convivência social.

A atividade foi conduzida pelo professor Philipe Vasques, com o apoio dos monitores do programa, e proporcionou aos participantes a oportunidade de praticar exercícios em um ambiente diferente da rotina habitual, explorando um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade.

Créditos da Foto: Divulgação
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Além de estimular o movimento e a adoção de hábitos saudáveis, a iniciativa reforçou a importância da atividade física como instrumento de prevenção de doenças e promoção do bem-estar físico e emocional. A proposta também valorizou a convivência entre os participantes, incentivando a socialização e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

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A ação acompanha uma perspectiva importante da atenção primária à saúde: ampliar o cuidado para além dos consultórios e das unidades de atendimento, utilizando os espaços urbanos como ambientes de promoção da saúde, prevenção e inclusão social.

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Durante o percurso, a troca de experiências e os momentos de descontração contribuíram para tornar a caminhada uma experiência coletiva de cuidado e integração. A iniciativa demonstrou como atividades acessíveis podem incentivar a participação da população e aproximar a promoção da saúde do cotidiano das pessoas.

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Com ações como essa, a Academia Carioca fortalece seu compromisso com a qualidade de vida, mostrando que cuidar da saúde também significa estimular o convívio social, ocupar os espaços públicos e incentivar escolhas que contribuam para uma rotina mais ativa e saudável.

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