Saúde
Cross Leaders debate futuro das franquias de saúde em evento com mais de 100 participantes

O avanço da inteligência artificial, as mudanças no comportamento do consumidor, o crescimento do mercado de longevidade e a busca por experiências mais completas estão transformando o setor de saúde e bem-estar. Essas tendências estiveram no centro das discussões da quarta edição do Cross Leaders, evento promovido pela Cross Nutrition Box (Cnbox), que reuniu mais de 100 participantes entre os dias 12 e 14 de junho, em Guarulhos (SP), para debater os rumos das franquias de saúde, performance e cross training nos próximos anos.

O encontro reuniu franqueados, empresários, gestores, especialistas, patrocinadores e parceiros estratégicos de diferentes regiões do país. Ao longo de três dias de programação, foram abordados temas relacionados à inovação, inteligência artificial, liderança, experiência do cliente, longevidade, healthspan, recuperação esportiva, construção de comunidades, expansão empresarial e novas oportunidades de crescimento para empreendedores do setor.

Segundo Thomas Bozza, cientista do esporte, empreendedor, mentor e fundador da Cnbox, um dos principais resultados desta edição foi o fortalecimento da visão de longo prazo da rede e a ampliação do debate sobre as transformações que vêm redefinindo o mercado.

“O principal resultado foi o fortalecimento da visão de longo prazo da rede. Discutimos temas relacionados à inovação, inteligência artificial, experiência do cliente, longevidade, recuperação, construção de comunidades, liderança, expansão empresarial e novas oportunidades de crescimento para empreendedores do setor”, afirma.

De acordo com Bozza, o evento também reforçou uma das características que diferenciam a atuação da empresa: o investimento contínuo na formação de líderes e no desenvolvimento empresarial dos franqueados. Atualmente, a rede conta com mais de 100 unidades em operação e atende cerca de 30 mil alunos diariamente em todo o Brasil.

Enquanto parte do mercado concentra seus esforços na expansão comercial, a Cnbox tem direcionado investimentos para educação corporativa, capacitação de lideranças, suporte operacional e tecnologia aplicada à gestão. Segundo o fundador, essa estratégia busca transformar conhecimento em vantagem competitiva para os empreendedores da rede.
Entre os temas que mais despertaram interesse dos participantes estiveram a aplicação da inteligência artificial na experiência do cliente, o futuro das franquias de saúde e bem-estar, liderança de equipes, crescimento sustentável, construção de marcas fortes, tecnologia aplicada ao treinamento, recuperação esportiva e novos modelos de monetização.

As discussões também abordaram a evolução dos modelos de treinamento e o impacto das novas demandas dos consumidores. Segundo Bozza, a visão da Cnbox é que o futuro do setor não estará vinculado a uma única metodologia, mas à capacidade de integrar diferentes estratégias e tendências em uma experiência completa para os alunos.
“Acreditamos que o empreendedor moderno precisa de liberdade para evoluir sua operação, acompanhar as transformações do mercado e entregar a melhor experiência possível para seus alunos. Por isso, construímos um modelo preparado para integrar as melhores práticas do mercado mundial de condicionamento físico, performance, comunidade e experiência do cliente”, destaca.

Esse posicionamento está alinhado ao modelo desenvolvido pela empresa, que reúne em um mesmo ecossistema iniciativas voltadas para cross training, condicionamento físico, performance, nutrição, recovery, tecnologia, educação e desenvolvimento empresarial. A proposta é ampliar as possibilidades de atuação dos franqueados e criar novas oportunidades de crescimento em um mercado que vai além do conceito tradicional de academia.


Segundo Bozza, a construção de comunidades também será um dos fatores determinantes para o futuro do setor. A troca de experiências entre empreendedores, o fortalecimento das lideranças e o compartilhamento de conhecimento foram apontados como elementos centrais para a evolução dos negócios de saúde e bem-estar.


A edição de 2026 contou com o apoio de parceiros estratégicos como Next Fit, Wellhub, TotalPass, Brave, USA.I e RE9-SE, empresas ligadas às áreas de tecnologia, gestão, inovação, experiência do cliente e desenvolvimento empresarial.
Durante o encerramento do encontro, a Cnbox anunciou a realização da próxima edição do Cross Leaders. O evento de 2027 acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de março, em Guarulhos (SP), reunindo novamente empreendedores, especialistas e lideranças do setor.

Os próximos passos da empresa incluem a ampliação dos programas de capacitação, o fortalecimento do uso de inteligência artificial e automação na gestão das unidades e uma integração ainda maior entre cross training, nutrição, recuperação, longevidade e experiência do cliente.


Para Bozza, o desenvolvimento das empresas de saúde e bem-estar dependerá cada vez mais da capacidade de aprender, inovar e formar líderes preparados para acompanhar as transformações do mercado.
“Nosso objetivo nunca foi construir apenas uma rede de academias. Nosso objetivo é construir a maior comunidade de líderes da saúde e do bem-estar da América Latina”, afirma.
Mais informações sobre a Cross Nutrition Box estão disponíveis em www.franquiacross.com.br. As novidades da rede e as próximas iniciativas podem ser acompanhadas pelos canais oficiais da marca nas redes sociais @redecrossnutritionbox.
Geral
Academia Carioca promove saúde, bem-estar e integração em caminhada pelo Boulevard Olímpico
O Boulevard Olímpico, um dos pontos turísticos mais emblemáticos do Rio de Janeiro, foi o cenário de uma iniciativa que uniu atividade física, lazer e promoção da saúde. Alunos da Academia Carioca, programa de incentivo à prática de exercícios vinculado à Clínica da Família Anthídio Dias da Silveira, participaram de uma caminhada ao ar livre com foco na qualidade de vida e na convivência social.
A atividade foi conduzida pelo professor Philipe Vasques, com o apoio dos monitores do programa, e proporcionou aos participantes a oportunidade de praticar exercícios em um ambiente diferente da rotina habitual, explorando um dos espaços públicos mais conhecidos da cidade.

Além de estimular o movimento e a adoção de hábitos saudáveis, a iniciativa reforçou a importância da atividade física como instrumento de prevenção de doenças e promoção do bem-estar físico e emocional. A proposta também valorizou a convivência entre os participantes, incentivando a socialização e o fortalecimento dos vínculos comunitários.


A ação acompanha uma perspectiva importante da atenção primária à saúde: ampliar o cuidado para além dos consultórios e das unidades de atendimento, utilizando os espaços urbanos como ambientes de promoção da saúde, prevenção e inclusão social.

Durante o percurso, a troca de experiências e os momentos de descontração contribuíram para tornar a caminhada uma experiência coletiva de cuidado e integração. A iniciativa demonstrou como atividades acessíveis podem incentivar a participação da população e aproximar a promoção da saúde do cotidiano das pessoas.

Com ações como essa, a Academia Carioca fortalece seu compromisso com a qualidade de vida, mostrando que cuidar da saúde também significa estimular o convívio social, ocupar os espaços públicos e incentivar escolhas que contribuam para uma rotina mais ativa e saudável.
Saúde
Lipedema: por que dietas restritivas e treinos excessivos podem não ser a melhor estratégia

Especialista explica como alimentação e exercício podem ajudar no controle dos sintomas sem transformar o cuidado com o corpo em uma rotina de cobranças
Yasmin Brunet, Paolla Oliveira, Rafa Brites, Juliane Massaoka, Amanda Djehdian, Bárbara Reis e outras mulheres conhecidas do público brasileiro ajudaram a colocar o lipedema no centro das discussões. A condição, que afeta predominantemente mulheres, pode provocar um aumento desproporcional do tecido adiposo, principalmente nos membros inferiores, além de sintomas como dor, sensação de peso, sensibilidade e facilidade para desenvolver hematomas.
Com o aumento da visibilidade da doença, também crescem as dúvidas sobre alimentação e atividade física. Afinal, depois do diagnóstico, é preciso mudar completamente a dieta? Aumentar a carga dos treinos? Cortar determinados alimentos?
Para o nutricionista e profissional de Educação Física MSc Daniel Reis (@nutri.danielreis), a resposta não passa por medidas radicais. Segundo o especialista, antes de pensar em perder centímetros ou mudar o corpo a qualquer custo, é preciso entender os sintomas e a rotina de cada mulher.
“Se eu fosse o nutricionista e preparador físico dessas mulheres, eu não começaria tentando fazer as pernas diminuírem a qualquer custo. Começaria entendendo os sintomas, a rotina, a alimentação, a força muscular e a relação daquela mulher com o próprio corpo”, afirma.
Paolla Oliveira e a discussão sobre o corpo feminino
Paolla Oliveira também passou a integrar o debate sobre lipedema e as mudanças corporais enfrentadas por muitas mulheres. Conhecida por defender uma relação menos punitiva com o próprio corpo, a atriz ajuda a ampliar uma discussão importante: nem toda mudança na aparência está relacionada simplesmente à falta de dieta ou exercício.
Na avaliação do especialista, a cobrança constante para emagrecer pode ser especialmente desgastante para mulheres que convivem com sintomas do lipedema.
“Muitas passaram anos ouvindo que precisavam apenas emagrecer. Algumas fizeram inúmeras dietas, aumentaram o volume de exercícios e continuaram convivendo com dor, sensibilidade e uma distribuição corporal que não compreendiam.”
Se estivesse à frente do acompanhamento nutricional de uma paciente como Paolla, o profissional de Educação Física e nutricionista diz que não começaria por uma dieta radical.
“Eu começaria entendendo como essa mulher come, como dorme, como treina, quais são seus sintomas e quais objetivos realmente importam para sua saúde.”
Yasmin Brunet e a importância de entender o diagnóstico
Yasmin Brunet foi uma das personalidades que ajudaram a ampliar a conversa sobre lipedema no Brasil. A modelo já falou publicamente sobre o diagnóstico e sobre as dificuldades que enfrentou para entender as mudanças em seu corpo.
Para Reis, um dos pontos que merecem atenção é a ideia de que o lipedema estaria necessariamente relacionado ao excesso de peso.
“Uma mulher pode estar dentro de um peso considerado normal e ainda apresentar lipedema. Por isso, olhar apenas para a balança é insuficiente”, explica.
Na visão do nutricionista, dietas muito restritivas não deveriam ser a primeira escolha no planejamento alimentar.
“Não existe uma dieta milagrosa capaz de curar o lipedema. O que existe é uma alimentação individualizada, com qualidade nutricional e estratégias que façam sentido para aquela paciente.”
Rafa Brites e a importância de olhar além do peso
Rafa Brites também falou publicamente sobre o diagnóstico e ajudou a ampliar a discussão sobre mulheres que convivem com sintomas mesmo sem apresentarem excesso importante de peso corporal.
De acordo com o profissional, situações como essa mostram por que a avaliação não deve se resumir ao peso corporal.
“Se a paciente está com dor, sensação de peso, dificuldade para se movimentar ou outros sintomas, o objetivo não pode ser simplesmente emagrecer. Precisamos avaliar a pessoa como um todo.”
No planejamento alimentar, o especialista diz que priorizaria proteínas suficientes, além de frutas, vegetais, fibras e alimentos minimamente processados.
“Eu não começaria cortando tudo. Quanto mais restritiva é a dieta, maior pode ser a dificuldade de manter aquela rotina por muito tempo.”
Juliane Massaoka e outras famosas ajudam a tirar o lipedema do silêncio
Juliane Massaoka também tornou pública sua experiência com o lipedema. A comunicadora contou sobre a condição e passou a falar sobre o diagnóstico e o tratamento, ajudando a ampliar a conversa sobre uma doença que ainda é confundida com outras alterações corporais.
Para o nutricionista, quando pessoas conhecidas compartilham suas experiências, outras mulheres podem se identificar e procurar ajuda. “Quando uma pessoa conhecida fala sobre a doença, muitas mulheres começam a reconhecer sintomas que ignoraram durante anos. Mas é importante lembrar: não podemos diagnosticar ninguém olhando uma fotografia.”
Segundo o profissional de Educação Física, ter pernas volumosas, celulite ou dificuldade para perder gordura localizada não significa, automaticamente, ter lipedema. “O diagnóstico precisa ser clínico e realizado por profissionais capacitados”, reforça.
Reis lista cinco estratégias que poderiam fazer parte do treinamento de mulheres diagnosticadas com lipedema:
1. Musculação como prioridade
De acordo com o profissional de Educação Física, o treinamento de força pode contribuir para melhorar a força, a capacidade funcional e a preservação ou o aumento da massa muscular.
2. Aeróbico adaptado à paciente
Para o especialista, caminhada, bicicleta e exercícios aquáticos podem ser alternativas. A escolha, segundo ele, depende da condição física, dos sintomas e da preferência de cada mulher.
3. Progressão sem exageros
O nutricionista e profissional de Educação Física defende que não é necessário começar com treinos exaustivos. Para ele, a evolução deve acontecer de forma gradual.
4. Monitoramento dos sintomas
Segundo o especialista, dor, sensação de peso, mobilidade e qualidade de vida também devem ser considerados. Para o profissional, o peso corporal não é o único indicador de evolução.
5. Constância acima da intensidade
Na avaliação de Reis, o melhor treino é aquele que a paciente consegue manter. A regularidade ao longo do tempo é mais importante do que treinar intensamente por poucas semanas.
Alimentação não deve ser punição
Segundo o nutricionista, o diagnóstico pode levar algumas mulheres a buscar rapidamente dietas milagrosas, suplementos ou estratégias radicais. Para ele, esse tipo de comportamento pode gerar frustração e dificultar a manutenção de uma rotina saudável. “O problema é quando a paciente acredita que existe um alimento proibido ou um suplemento que vai resolver tudo. O tratamento precisa ser individualizado.”
De acordo com o especialista, uma alimentação equilibrada pode incluir proteínas adequadas, frutas, verduras, legumes, fibras e hidratação, além de reduzir o consumo frequente de alimentos ultraprocessados. “Mas não existe necessidade de criar medo da comida. Uma paciente não precisa viver em uma dieta de punição.”
Exercício não é castigo
Outro ponto destacado pelo profissional de Educação Física é a ideia de compensar a alimentação com horas de exercício. Segundo ele, essa não deveria ser a lógica para quem tem lipedema. “Eu não colocaria nenhuma dessas famosas em uma rotina de treino como punição por comer. Exercício não é castigo”, afirma.
A proposta, explica o especialista, é encontrar uma atividade que possa ser incorporada à rotina e contribua para força, condicionamento e funcionalidade. “Algumas mulheres vão gostar de musculação. Outras, de bicicleta. Algumas terão melhor adaptação à água. A melhor estratégia é aquela que respeita o corpo e também a rotina da paciente.”
O sucesso não está apenas na fita métrica
Para o nutricionista, outro erro é transformar a medida das pernas ou o número da balança no principal indicador de resultado. “Se eu fosse o nutricionista e preparador físico dessas famosas, não definiria sucesso apenas pela medida da coxa ou pelo número na balança.”
Na avaliação do especialista, a evolução também pode aparecer em aspectos do cotidiano, como mais força, melhor condicionamento, maior disposição, menos limitações para se movimentar e melhora da qualidade de vida. “O corpo não precisa ser punido para ser cuidado. Essa é a mensagem que eu gostaria que Paolla Oliveira, Yasmin Brunet, Rafa Brites e todas as mulheres com lipedema recebessem”, afirma.
Para Reis, a maior exposição do lipedema pode ajudar mulheres que convivem com sintomas a procurar informação e avaliação adequada. Mas, segundo ele, não existe uma fórmula única. “Cada paciente tem uma história, sintomas, rotina e necessidades diferentes. O papel da nutrição e do exercício físico é ajudar essa mulher a viver melhor, e não colocá-la em uma guerra contra o próprio corpo”, finaliza.
Saúde
Além da caneta: especialistas explicam por que preservar músculos é o novo desafio do emagrecimento e auto estima

Medicamentos como semaglutida e tirzepatida ajudam na perda de peso, mas especialistas alertam que alimentação e exercício são fundamentais para manter a saúde e a qualidade dos resultados
As canetas à base de GLP-1 mudaram a forma como muitas pessoas encaram a perda de peso. Medicamentos como semaglutida, liraglutida e tirzepatida representam um avanço importante no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, auxiliando no controle do apetite, da glicemia e na redução do peso corporal quando utilizados com indicação e acompanhamento médico.
Mas, para especialistas, o número que aparece na balança não é o único indicador de sucesso. O desafio agora é entender como emagrecer preservando aquilo que mantém o corpo forte e funcional: a massa muscular.
A perda de peso saudável envolve mais do que reduzir quilos. É preciso diminuir a gordura corporal, manter músculos, melhorar a disposição, a mobilidade e a qualidade de vida.
“Quando uma pessoa emagrece rapidamente, principalmente utilizando medicamentos que reduzem o apetite, existe o risco de perder não apenas gordura, mas também massa muscular. E perder músculos significa reduzir força, diminuir o metabolismo, aumentar o risco de lesões e favorecer o chamado efeito sanfona”, explica Fabio Aquino, CEO da Fisiotrainers, profissional de Educação Física e especialista em Fisiologia do Exercício.
A alimentação como parte do tratamento
Com a redução do apetite provocada pelos medicamentos, algumas pessoas passam a consumir menos alimentos ao longo do dia. Sem uma estratégia nutricional adequada, esse processo pode resultar em perda de força, fadiga, deficiência de vitaminas e minerais e redução da massa muscular.
Para Rosângela, nutricionista da Fisiotrainers, a alimentação precisa acompanhar essa nova realidade do paciente.
“O planejamento alimentar é fundamental para garantir que o organismo receba os nutrientes necessários durante todo o processo”, explica.
Segundo a especialista, a prioridade deve ser uma dieta equilibrada, com presença adequada de proteínas, vegetais, frutas, carboidratos de qualidade, gorduras saudáveis e hidratação. A estratégia deve considerar características individuais, como idade, rotina, exames, composição corporal e objetivos.
O papel do exercício na manutenção dos resultados
Se as canetas auxiliam no processo de emagrecimento, o exercício físico tem papel fundamental para que essa transformação aconteça com qualidade.
O treinamento de força é uma das principais estratégias para preservar a musculatura durante a perda de peso. Além de ajudar na manutenção da massa magra, a atividade física melhora a força, o condicionamento cardiovascular, a sensibilidade à insulina, a densidade óssea, o equilíbrio e a disposição no dia a dia.
“O objetivo não deve ser apenas emagrecer, mas construir um corpo mais saudável e funcional. A perda de peso precisa vir acompanhada de qualidade muscular e melhora da capacidade física”, afirma Fabio.
O desafio depois da perda de peso
Outro ponto de atenção é a manutenção dos resultados. Especialistas destacam que, sem mudanças consistentes nos hábitos, parte dos pacientes pode recuperar o peso após a interrupção da medicação.
Por isso, o acompanhamento integrado entre médico, nutricionista e profissional de Educação Física se torna cada vez mais importante. Enquanto o médico avalia a indicação e a segurança do medicamento, o nutricionista organiza a estratégia alimentar e o profissional de exercício trabalha para preservar músculos e melhorar o condicionamento.
Mais do que uma mudança estética, o objetivo é construir um processo sustentável, com mais força, autonomia e qualidade de vida.
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