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BaseID chega para democratizar o futebol de base brasileiro

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Plataforma digital gratuita cria identidade esportiva profissional para atletas de 7 a 17 anos e conecta talentos a oportunidades em todo o Brasil e no mundo

O Brasil é o país do futebol. Mas os números contam uma história diferente da que se imagina: a cada 7 mil atletas em formação, apenas 1 chega ao profissional. Segundo dados da CBF e da FIFA, 98% dos jovens que dedicam anos à base nunca chegam ao futebol profissional, e somente 0,3% alcançam um clube da Série A. Na maioria dos casos, não é falta de talento. É falta de visibilidade. A BaseID chegou para mudar isso.

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Fundada por Rodrigo Zulim e Thiago Viola, a BaseID é um portfólio esportivo digital que dá visibilidade a atletas de base de 7 a 17 anos, antes sem qualquer suporte estruturado. Pense nela como um LinkedIn para jogadores, reunindo em um único perfil digital informações como posição e pé dominante, histórico de clubes e títulos, estatísticas de gols e assistências, além de fotos e vídeos de lances. Tudo gratuito, profissional e acessível a qualquer família, independente de condição financeira ou região do país.

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“Queremos ajudar o Brasil a voltar a ganhar Copas do Mundo. Para isso, a diferença precisa ser o esforço e o talento, não o contato ou o dinheiro. O objetivo é que a plataforma se torne o padrão de apresentação de qualquer atleta”, afirma Rodrigo Zulim, cofundador da BaseID.

O problema que a BaseID resolve
Hoje, quando um jovem atleta participa de uma peneira, preenche um formulário do zero. Na próxima peneira, preenche tudo de novo. Não há registro, não há histórico, não há como o olheiro acessar informações depois. A BaseID elimina essa barreira criando uma identidade esportiva permanente para o atleta, com um QR code que pode ser apresentado em qualquer seletiva ou competição. O perfil pertence ao atleta, não ao clube nem à escolinha, e o acompanha ao longo de toda a sua jornada.

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Crescimento orgânico acelerado
Em apenas 70 dias após o lançamento, a BaseID já reúne 410 atletas cadastrados de forma totalmente orgânica, sem qualquer investimento em mídia. A plataforma já registra mais de 37 mil visualizações de perfis, atletas internacionais cadastrados, um atleta da seleção brasileira de base na plataforma, perfis visualizados em mais de 10 países e conexão com 4 grandes clubes do estado de São Paulo. Com base nesse ritmo de crescimento, a projeção da BaseID é alcançar 3 mil atletas cadastrados até o final de 2026.

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Um mercado bilionário ainda operando de forma analógica
O ecossistema do futebol de base no Brasil reúne cerca de 250 mil entidades entre escolinhas, academias e clubes. No mundo, esse número chega a 25 milhões. São aproximadamente 60 mil atletas competitivos e federados no Brasil e 3 milhões no mundo. Um mercado que movimenta bilhões emocionalmente, mas que ainda atua com estratégias e ações analógicas. A BaseID é a resposta digital a esse gap.

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Para quem é a BaseID
A plataforma conecta todo o ecossistema esportivo. Atletas e suas famílias documentam a trajetória desde o início, criando um histórico valioso para o futuro. Escolinhas e clubes acompanham a evolução dos atletas de forma estruturada e profissional. Olheiros e empresários passam a ter acesso a informações confiáveis e verificadas sobre jovens em formação, podendo buscar talentos de qualquer origem no país.

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Expansão e próximos passos
Além do cadastro gratuito, a BaseID está estruturando novas frentes de receita e serviços, incluindo planos de assinatura, intercâmbio esportivo em parceria com a BRAV, módulo de training com a G5 Futebol, área de health performance com a Volt e expansão para outros esportes. A empresa está em processo de captação de investimento para acelerar o crescimento e consolidar a plataforma como padrão nacional de identidade esportiva para atletas da base.

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“Tem muito talento invisível por aí. O BaseID veio para mudar isso”, reforça Thiago Viola, cofundador da plataforma.

Sobre a BaseID
A BaseID é uma plataforma brasileira dedicada a democratizar a visibilidade do futebol de base, conectando talentos de qualquer origem às mesmas oportunidades. Acesse: www.baseid.com.br | Instagram: @baseid_soccer

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Aos 13 anos, atleta de Colombo soma sete títulos no jiu-jítsu em primeiro ano de competições

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Com apenas um ano de prática no jiu-jítsu, o atleta Enzo Vinícius Cleto Ribeiro, de 13 anos, já acumula sete medalhas de ouro em competições realizadas em 2026. Natural de Colombo, no Paraná, o lutador também conquistou duas medalhas de prata e uma de bronze ao longo da temporada e volta aos tatames nos dias 12 e 13 de setembro, em São José dos Pinhais (PR).

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Faixa cinza e integrante da equipe Dojo Coelho, Enzo vem participando de competições em diferentes cidades e estados desde que iniciou no esporte. Entre os resultados deste ano estão títulos na segunda etapa do Circuito Paranaense de Jiu-Jítsu, na terceira e na quarta edições da Copa Colombo de Jiu-Jítsu, na Copa Anjos de Guerra, na Copa Colombo Kids & Teens e no São Paulo Internacional Open.

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Outro resultado veio no World Pro Grappling No Gi 2026 CBJJC, no qual o atleta terminou em primeiro lugar na categoria e em terceiro no absoluto. Nas quarta e quinta etapas do Circuito Paranaense de Jiu-Jítsu, ficou com a segunda colocação.

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Os resultados mais expressivos, segundo Enzo, estão justamente entre essas competições, especialmente pelas características dos confrontos. Para o atleta, os campeonatos realizados no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo reuniram alguns dos adversários mais fortes que enfrentou até agora.

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A experiência competitiva começou depois de Enzo conhecer o jiu-jítsu por meio de um projeto social desenvolvido na comunidade. No Leões do Tatame, orientado pelo pastor e professor Samuel Roberto, ele teve os primeiros contatos com a modalidade. Os treinos, porém, eram realizados duas vezes por semana. Em busca de uma rotina maior de preparação, passou posteriormente a treinar na academia Dojo Coelho, sob orientação do sensei Guilherme Kauan Coelho.

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A mudança ampliou a frequência dos treinamentos e acompanhou a entrada do atleta no circuito de competições. Em apenas um ano de prática, Enzo passou a disputar torneios em diferentes localidades e a subir regularmente ao pódio.

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Agora, a próxima disputa está marcada para os dias 12 e 13 de setembro, no Centro de Esporte e Lazer Max Rosenmann, em São José dos Pinhais. O evento é o AJP Tour São José dos Pinhais International Jiu-Jitsu Championship Gi & No-Gi 2026. A competição será a próxima oportunidade para Enzo voltar aos tatames após a sequência de resultados obtidos ao longo da temporada.

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Para o atleta, os resultados obtidos até aqui também estão relacionados ao suporte recebido fora dos tatames. Ele destaca o apoio da mãe, Joice, da irmã Dhieiny, do cunhado Carlos Andreas, do pastor Samuel de Souza e do sensei Guilherme Kauan Coelho. Atualmente, Enzo também conta com o patrocínio da Business Group Events, Dr. Lucas Minari e Ideli Gazarra.

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“Sou muito grato à minha mãe, que sempre me apoiou nos meus sonhos. Mesmo com inúmeras dificuldades pessoais e financeiras, ela foi atrás e nunca me deixou de fora dos campeonatos que quis participar”, afirma.

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A trajetória de Enzo pode ser acompanhada pelo Instagram @e.viniciusjj, onde são publicados registros dos treinamentos, competições e resultados do atleta.

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Promessa do futebol brasileiro, Lucas Gabriel fala sobre desafios de jogar na Europa e revela Cristiano Ronaldo como inspiração

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Aos 19 anos, o jogador deixou o Brasil para atuar na Croácia e conta como a distância da família fortaleceu sua busca pelo sonho de viver do futebol

Aos 19 anos, Lucas Gabriel vive um dos momentos mais desafiadores da carreira. Depois de passar pelas categorias de base de clubes brasileiros, o lateral esquerdo, zagueiro e volante trocou o país pela Croácia para dar sequência ao sonho de se tornar jogador profissional. Hoje, defende o NK Milka Trnina Vezišće, após uma passagem pelo NK Jedinstvo Donji Miholjac, e encara a rotina de viver longe da família para conquistar espaço no futebol europeu.

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“Mais que um sonho, é a minha realidade agora. Deixei tudo para trás no Brasil: minha família, meus amigos, tudo. Cheguei aqui na Croácia, no meio do nada, e já estou no meu segundo clube. É difícil, sabe? A saudade aperta, mas cada treino, cada jogo, é um passo a mais para mostrar que valeu a pena. É por eles, pela minha família, que eu aguento firme aqui, sozinho, na Croácia.”

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Apesar da distância, Lucas diz que encontra na família a motivação para seguir em frente. Entre os jogadores que admira, ele destaca Cristiano Ronaldo como sua principal inspiração e também cita Sergio Ramos e Marcelo como exemplos de dedicação e profissionalismo.

“Minha maior inspiração é a minha família, sem dúvida. Eles são a minha força, a razão de eu estar aqui, lutando todos os dias. A distância é cruel, mas o apoio deles me mantém de pé. No futebol, admiro muito o Cristiano Ronaldo, o Sergio Ramos e o Marcelo. São caras que mostram que talento e dedicação levam a gente longe, e é isso que eu busco aqui, longe de casa.”

O jovem também afirma que procura administrar com equilíbrio a expectativa em torno de sua carreira e manter o foco no desempenho dentro de campo.

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“É uma pressão grande. Mas eu tento encarar de boa. Consigo separar o que falam de mim do que eu preciso fazer em campo. No fim das contas, eu só quero jogar bola, dar o meu melhor e mostrar o meu valor. A expectativa é um combustível, mas não pode me desviar do meu foco, que é o futebol. Estando aqui, sozinho, tenho que ser ainda mais forte mentalmente.”

Foi ainda na adolescência que Lucas percebeu que o futebol poderia se tornar sua profissão. Segundo ele, uma partida contra o Palmeiras mudou sua forma de enxergar a carreira.

“Acho que a chave virou de verdade quando eu tinha uns 15 anos. Teve um jogo contra o Palmeiras, e ali eu senti que era a minha chance. Percebi que não dava mais para brincar, que era sério. Ou eu me dedicava de corpo e alma, ou não ia dar em nada. Foi um divisor de águas e, desde então, cada sacrifício tem sido para chegar onde estou hoje, mesmo que seja tão longe de tudo.”

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Além da adaptação ao futebol europeu, o jogador acredita que muitos jovens talentos acabam ficando pelo caminho por falta de oportunidades e de estrutura.

“O maior desafio, e acho que muitos garotos passam por isso, é estar ‘sozinho’ nesse mundo. Longe da família, sem ter com quem desabafar às vezes. E o pior é ver tanto talento se perder por falta de oportunidade, por não ter as condições certas. Hoje em dia, parece que não basta ser bom ou dedicado; você precisa ter uma estrutura, um apoio financeiro para ir até o fim. É uma luta diária para não deixar o sonho morrer por causa dessas barreiras, especialmente quando você está do outro lado do mundo, por conta própria.”

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Canhoto, Lucas Gabriel tem 1,83 metro de altura, pesa 78 quilos e atua como lateral esquerdo, zagueiro e volante. Antes de chegar ao futebol croata, passou pelas categorias de base do EC Taubaté, EC Suzano, Atlético Guaratinguetá SAF e EC São José SAF, trajetória que considera importante para sua formação como atleta.

Trajetória

2022 – EC Taubaté (Sub-15)

2023 – EC Suzano (Sub-16)

2024 – Atlético Guaratinguetá SAF (Sub-17)

2025 – EC São José SAF (Sub-20)

2026 – NK Jedinstvo Donji Miholjac (Croácia)

2026 – NK Milka Trnina Vezišće (Croácia)

Confira alguns lances do jogador: https://youtu.be/GQpRWFj-2yk?feature=shared

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O fim da harmonização exagerada: por que a estética natural voltou a ser tendência — e quais são os riscos do excesso

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Durante anos, rostos extremamente preenchidos, contornos marcados e traços padronizados dominaram as redes sociais. A chamada harmonização facial ganhou popularidade e passou a ser vista como um caminho rápido para rejuvenescer ou transformar a aparência. No entanto, esse cenário vem mudando.

Cada vez mais, pacientes chegam aos consultórios com um pedido diferente: querem parecer mais descansados, mais saudáveis e mais jovens, mas sem perder a própria identidade. O foco deixou de ser a transformação e passou a ser a naturalidade.

Essa mudança reflete uma nova forma de enxergar a estética. Em vez de copiar padrões, cresce a busca por resultados que respeitem a anatomia, as características individuais e a história de cada rosto.

Quando o excesso deixa de valorizar

A harmonização facial continua sendo uma importante aliada no rejuvenescimento e na prevenção do envelhecimento. O problema não está no procedimento, mas na forma como ele é conduzido.

A aplicação excessiva de preenchedores, sem um planejamento adequado, pode alterar proporções naturais do rosto, comprometer expressões faciais e criar um aspecto artificial. Em alguns casos, também pode ser necessário realizar correções ou dissolver parte do produto para recuperar a harmonia facial.

Mais do que seguir tendências, a estética exige conhecimento técnico, senso de proporção e uma avaliação individualizada.

Harmonizar não significa preencher

Um dos maiores equívocos é acreditar que harmonização facial é sinônimo de preenchimento.

Na prática, o tratamento começa muito antes da aplicação de qualquer produto. É necessário compreender como aquele rosto envelheceu, avaliar sua estrutura óssea, a qualidade da pele, a perda de volume, a flacidez e até mesmo os hábitos de vida do paciente.

Cada pessoa apresenta necessidades diferentes. Enquanto algumas precisam recuperar sustentação, outras se beneficiam de estímulos para produção de colágeno, melhora da qualidade da pele ou pequenos ajustes estratégicos. Nem sempre o preenchimento é a melhor escolha.

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Os riscos invisíveis da falta de planejamento

A popularização dos procedimentos estéticos também trouxe um desafio: a banalização da harmonização facial.

Quando não há um plano de tratamento individualizado, podem surgir consequências que muitas vezes não são percebidas imediatamente, como:

  • perda da naturalidade e da identidade facial;
  • excesso de volume em regiões específicas;
  • desproporção entre diferentes áreas do rosto;
  • migração do ácido hialurônico;
  • necessidade de retoques e correções frequentes;
  • envelhecimento visual causado pelo acúmulo de produto ao longo do tempo.

Esses riscos reforçam a importância de procurar profissionais capacitados, que compreendam a anatomia facial e priorizem resultados equilibrados.

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A nova estética é quase imperceptível

O conceito de beleza também evoluiu.

Hoje, um bom resultado não é aquele que chama atenção pelo procedimento realizado, mas aquele que desperta comentários como: “Você está com uma aparência ótima” ou “Você parece mais descansada”, sem que as pessoas consigam identificar exatamente o motivo.

Esse é o objetivo da estética moderna: promover um rejuvenescimento sutil, preservar as expressões e valorizar aquilo que torna cada rosto único.

Beleza com identidade

Para a Dra. Paula Meireles, a harmonização facial deve ser encarada como um processo de valorização da beleza individual, nunca de padronização.

“O melhor procedimento é aquele que respeita a identidade do paciente. A estética deve acompanhar o envelhecimento de forma inteligente, preservando a naturalidade e promovendo equilíbrio. Nosso papel não é criar um novo rosto, mas realçar a melhor versão de cada pessoa com segurança, planejamento e responsabilidade.”

Em um momento em que a naturalidade volta a ocupar o centro das atenções, o verdadeiro diferencial deixa de ser a quantidade de procedimentos realizados e passa a ser a qualidade do planejamento por trás de cada decisão.

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